A Paróquia Santa Paulina inicia festejo dia 30 de junho

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Por: Isabella GoulartMatéria do Jornal o Imparcial

A Paróquia Santa Paulina, localizada no bairro do Residencial Pinheiros, vai realizar no período de 30 de junho a 9 de julho, o festejo em homenagem à sua santa padroeira, com o tema: “A Caridade na Pandemia”.

O tema deste ano faz memória ao carisma de Santa Paulina, que dedicou a sua vida para cuidar dos doentes e necessitados, especialmente as crianças e idosos.

“Estamos vivendo em tempos de pandemia da covid19, que tem afetado as pessoas no mundo inteiro, principalmente as mais pobres e sem acesso aos serviços de saúde, causando a morte de muitos irmãos e irmãs em todas as comunidades. Precisamos nos espelhar no exemplo de Santa Paulina e prestar toda a nossa solidariedade aos doentes e necessitados”, afirma pároco Carlos Martinenghi, da Paróquia Santa Paulina.

Durante todo o período do festejo serão realizadas celebrações eucarísticas, em diversos horários, sob a responsabilidade das Pastorais, Movimentos e Grupos comunitários que integram a paróquia, observando-se os protocolos de prevenção sanitária da covid19, como o uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento social.

Colaboração com as obras da Matriz

Como forma de contribuir para as obras de construção da Igreja Matriz, após as missas haverá a venda de lanches. Haverá ainda a venda de uma rifa no valor de R$ 5,00, com vários prêmios:

5º prêmio – uma panela elétrica p/ arroz + fritadeira elétrica;

4º prêmio – batedeira + sanduicheira;

3º prêmio – liquidificador + cafeteira;

2º prêmio – um aparelho celular Motorola Moto E6s;

1º prêmio – o valor de R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais).

E uma outra forma de contribuir é adquirindo o combo (camisa + máscara) do festejo na secretaria paroquial no valor de R$ 25,00. As celebrações estão sendo transmitidas pelas redes sociais da Paróquia Santa via Instagram e Youtube (paroquiasantapaulinama).

Confira a Programação:

Conheça a história de Santa Paulina

Amábile Lúcia Visintainer, conhecida como Madre Paulina, foi uma religiosa ítalo-brasileira, considerada a primeira santa brasileira. Ela foi canonizada em 2002, recebendo o nome de Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus. Foi beatificada pelo papa João Paulo II, quando de sua visita à Florianópolis, Santa Catarina.

Madre Paulina nasceu em Vígolo Vattaro, na Itália no dia 16 de dezembro de 1865. Filha de Antonio Napoleone Visintainer e Anna Pianezer. Aos 10 anos emigrou com seus pais e irmãos para o Brasil, se estabelecendo em Santa Catarina. Em 1887 ficou órfã de mãe e cuidou da família até seu pai casar novamente.

Deu aulas de catecismo para as crianças e dedicava parte do seu tempo para cuidar de pessoas enfermas. Em 12 de julho 1890, fundou a congregação que recebeu o nome de Filhas da Imaculada Conceição. Em dezembro do mesmo ano fez os votos religiosos e recebeu o nome de Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus.

O Instituto começou na extrema pobreza, as primeiras Irmãs, além do cuidado dos doentes, dos órfãos e dos trabalhos da paróquia, para sobreviver deveriam trabalhar na roça e na pequena indústria de seda, muito conhecida, segundo a tradição dos imigrantes da época.

Em 1903, após ser eleita Superiora Geral vai trabalhar em São Paulo, onde iniciou a obra da “Sagrada Família”, no bairro do Ipiranga, para abrigar os filhos de ex-escravos, órfãos e velhos.

Em 1909 deixou o cargo de Superiora Geral e passou a viver na casa que ela fundou em Bragança Paulista. Em 1918, Madre Paulina foi chamada à Casa Geral em São Paulo, com pleno reconhecimento de suas virtudes, para servir de exemplo às jovens vocações da Congregação, que desde 1909 assumira o nome de “Irmãzinhas da Imaculada Conceição”. Viveu 33 anos como simples religiosa.

Madre Paulina faleceu em Ipiranga, São Paulo, no dia 9 de julho de 1942. Em sua homenagem foi erguido o Santuário de Santa Paulina, em Vígolo, Nova Trento, Santa Catarina.

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